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terça-feira, 2 de outubro de 2012

Posição do COLETIVO MARXISTA nas eleições municipais




Nas eleições municipais do Rio de Janeiro, voto crítico em Marcelo Freixo. Derrotar os ataques do capital e avançar na organização independente e autônoma dos trabalhadores!

O Coletivo Marxista apresenta, neste manifesto, sua posição em relação às eleições municipais do Rio de Janeiro. As eleições se realizam em um momento em que os trabalhadores e a juventude cariocas sentem mais, a cada dia que passa, as consequências do projeto do capital em suas vidas: remoções em favelas e comunidades pobres, criminalização da pobreza e dos movimentos sociais, precarização dos serviços públicos, privatização na saúde, educação e cultura, transporte público em péssimas condições, restrições à utilização do espaço público, desvalorização do funcionalismo público e muitos outros são ataques que vivenciamos cotidianamente.

Enquanto isso, às vésperas da realização de grandes eventos como a Copa do Mundo e os Jogos Olímpicos, as empreiteiras lucram mais do que nunca, assim como os grandes empresários dos transportes e dos setores imobiliário e hoteleiro. Na saúde e na educação, a implementação das OSs e Oscips (Organizações Sociais e das Organizações da Sociedade Civil de Interesse Público) soma-se à precarização salarial e ao corte de direitos dos funcionários desses setores, aprofundando a privatização e transformando direitos dos trabalhadores em mercadorias. A política de segurança oprime e assassina diariamente trabalhadores e jovens, sobretudo os moradores de favelas, buscando “limpar” a cidade e torná-la atrativa ao grande capital.

A prefeitura de Eduardo Paes (PMDB), profundamente comprometida com os interesses do grande capital, atua para garantir as melhores condições de lucro para o empresariado, o que se faz às custas de mais e mais ataques aos trabalhadores. A “limpeza social” busca preparar a cidade para receber grandes investimentos, com exploração dos trabalhadores, retirada de direitos e confinamento da pobreza nas periferias da cidade. Toda essa política se constrói a partir de uma atuação unificada com o governo estadual de Sergio Cabral (PMDB) e o governo federal de Dilma/PT. É um mesmo projeto de cidade, estado e país, voltado a garantir os interesses da burguesia.

A célebre caracterização de Marx sobre o Estado burguês como um comitê executivo dos negócios da burguesia parece mais atual do que nunca: não é à toa que vemos os grandes escândalos de corrupção com empreiteiras, financiadoras das campanhas eleitorais e beneficiadas pelas grandes obras superfaturadas com dinheiro público. Em um cenário de crise econômica internacional, a saída da burguesia, no Brasil e no mundo, é colocar o ônus nas costas dos trabalhadores e tentar fazê-los pagar essa conta, através da retirada de direitos, cortes de salários, aumento da exploração e da utilização do dinheiro público para salvar empresários e banqueiros.

Nesse cenário, começam a despontar, em ritmos diferentes pelo mundo, processos de contestação ao projeto do capital e mobilizações em defesa dos direitos dos trabalhadores e da juventude. No Brasil, importantes greves e lutas questionam os ataques do governo petista.

Por que apoiamos criticamente a candidatura de Marcelo Freixo?

É nesse cenário que começa a crescer, também no Rio de Janeiro, uma contestação a essa lógica instituída e, agora, representada no governo de Eduardo Paes. E, no momento das eleições municipais, assistimos a uma polarização entre o projeto de Paes e o projeto em torno do qual se organiza a campanha de Marcelo Freixo, do PSOL. A candidatura de Freixo tem crescido e mobilizado setores importantes da juventude, dos trabalhadores e dos movimentos sociais, questionando a lógica da cidade voltada ao grande capital, as remoções, o financiamento público às grandes empreiteiras, a política de limpeza social e as privatizações.

Acreditamos que essa polarização representa um momento importante para as lutas dos trabalhadores e expressa algo maior do que a candidatura e as eleições em si: trata-se de um processo em que o questionamento à lógica representada por Paes começa a crescer e em que, significativamente, importantes setores despertam para a política e para o debate coletivo em relação aos rumos de nossas vidas. Sobretudo entre a juventude, marcada fortemente pela lógica do pensamento único, que viveu e cresceu educada a não acreditar em perspectivas de transformação social, nota-se um crescente interesse pela crítica e participação política.

É a partir desse entendimento que achamos importante apoiar e declarar nosso voto crítico em Marcelo Freixo, por ser uma candidatura que consegue, hoje, expressar um polo real de resistência e questionamento ao projeto implementado por Paes, Cabral e Dilma. Ao declarar nosso apoio crítico, dizemos aberta e claramente que a candidatura de Freixo tem importantes limites, e que esses precisam ser debatidos desde já. Preocupada em atrair amplos setores para seu campo, deixa de apresentar pontos que são essenciais para levar às últimas consequências o enfrentamento ao projeto do capital para o Rio de Janeiro, o Brasil e o mundo.

Entre outros, Freixo abre mão do repúdio aos investimentos privados (que sempre cobram uma contrapartida de benefício ao capital em detrimento dos interesses da maioria da população), de apresentar a necessidade de estatização dos transportes sob controle dos trabalhadores e do questionamento à lógica da instituição das Unidades de Polícia Pacificadora nas favelas. Na verdade, o mais importante é que por trás dessa postura está a concepção de que é preciso atrair mais e mais setores para o campo da candidatura, torná-la “palatável” e, assim, criar as “condições reais” para a eleição. Por essa lógica, as questões estruturais ficam “para depois”, e a prioridade, que hierarquiza toda a prática política, é a eleição. O socialismo, aí, é apenas uma referência vaga e distante.

O maior problema é que, instituída a lógica de que a eleição é o ponto de partida para iniciarmos um processo posterior de discussão sobre a estrutura da sociedade em que vivemos, se coloca a necessidade de “jogar o jogo” das eleições burguesas, fazendo as concessões impostas pela própria lógica da democracia burguesa para uma possível eleição. Ao mesmo tempo, toda uma geração que agora desperta e se dispõe a lutar pode ser envolvida pela ilusão de que a saída para a mudança de suas vidas e para as transformações sociais é simplesmente depositar um voto na urna e eleger um prefeito que irá fazê-lo por si. 

Se há, nesse momento, um crescente questionamento à ordem instituída e sua representação na prefeitura de Paes, precisamos intervir nesse processo para dizer claramente que as transformações sociais só virão a partir da luta e organização dos trabalhadores e da juventude. Precisamos, nesse processo, denunciar o jogo de cartas marcadas das eleições no regime burguês, determinadas pelo grande capital que financia campanhas que irão os beneficiar quando eleitas. É preciso denunciar toda a lógica que organiza as eleições burguesas, e não depositar expectativas de que precisamos entrar nesse jogo, garantir uma eleição, e só depois, um dia, quem sabe, iniciar as discussões estruturais que as determinam.

Precisamos tirar as consequências e lições do que foi a experiência do PT e dos profundos problemas do programa democrático-popular. Não podemos encarar o processo de incorporação do PT à ordem como um problema de algumas pessoas que, individualmente, falharam em seus compromissos morais – pensando, assim, que bastaria elegermos pessoas sérias, honestas e confiáveis para garantir que o mesmo não acontecesse novamente. Precisamos, isso sim, questionar a lógica que orientou esse programa, que criou ilusões de que seria possível adiar o debate programático, adiar o socialismo e a revolução, ganhando eleições para depois mudar.

Nós, do Coletivo Marxista, defendemos que não há mudança possível dentro da lógica capitalista. “Humanizar o capitalismo” é uma ilusão que ignora os fundamentos básicos de funcionamento desse sistema, já que ele só existe com a exploração da maioria da população trabalhadora. É preciso que tenhamos o socialismo como perspectiva, mas para isso ele não pode ser apenas um nome em um horizonte distante, que em nada se relaciona à nossa prática diária. Se acreditamos que o socialismo é a alternativa consequente, que pode romper com a dominação burguesa e avançar em direção à sociedade sem classes - o comunismo -, essa perspectiva precisa orientar as nossas lutas cotidianas.

Nossos sonhos não cabem nas suas urnas!

Não estamos dizendo, com isso, que uma candidatura da esquerda revolucionária deva propagandear que vai “implementar o socialismo na cidade”, obviamente. O que está em jogo é que precisamos, nesse momento, entender como o socialismo se casa com a intervenção diária, nas lutas e nas eleições. Para isso, precisamos de um programa que tenha lado: o lado da classe trabalhadora. Precisamos apresentar um programa que atenda diretamente aos seus interesses, que entre em contradição com os interesses daqueles que lucram com sua miséria, que incentive a organização autônoma e independente dos trabalhadores e da juventude, que impulsione as lutas dos movimentos sociais.

Enfim, que esteja a serviço das lutas e do socialismo, o que passa, necessariamente, por incentivar a organização autônoma e independente da classe trabalhadora e dizer claramente que as transformações sociais virão da sua luta direta, e não das eleições da democracia burguesa. Um programa que seja capaz de relacionar as condições de vida e os problemas dos trabalhadores e da juventude com o capitalismo, e que apresente a necessidade de a classe estar organizada em seu próprio partido, um Partido Revolucionário que possa unificá-la em direção à ruptura com esse sistema.

Sabemos que o programa de Marcelo Freixo tem muitos limites e que sua candidatura está longe de apresentar toda a reflexão que julgamos ser essencial nesse momento. A partir dessa identificação, o que está em jogo é a nossa tarefa de intervir junto a um processo que, como dissemos, é maior do que a candidatura em si. Trata-se, portanto, de intervirmos junto a um processo que expressa a crescente insatisfação e disposição para a luta de segmentos fundamentais na luta de classes brasileira, diante de uma polarização que é real no atual cenário, e tem peso nas lutas concretas. A conjuntura de mobilização e aglutinação em torno à candidatura de Freixo precisa ser compreendida como um espaço que permita à esquerda avançar, a partir do enfrentamento ao projeto do grande capital no Rio de Janeiro, inclusive nos inadiáveis debates programáticos e estratégicos.

Por isso, partimos dos acordos que temos com o projeto que ora polariza com o projeto de Paes, Cabral e Dilma para o Rio de Janeiro para apresentar nossos desacordos e a necessidade de um programa que vá para além do que está dado. Sem dúvida, o próprio cenário de unificação da esquerda para enfrentamento a esse projeto fica comprometido diante da não constituição de uma Frente que aglutinasse todos os partidos e organizações da esquerda socialista carioca. Consideramos que esse cenário de unificação e mobilização da esquerda, que nos direciona ao apoio crítico a Freixo, estaria muito mais qualificado com a constituição dessa Frente.

A Frente deixou de ser constituída, sobretudo entre PSOL e PSTU, por cálculos meramente eleitorais, e não por um legítimo debate programático: o PSOL se negou a uma coligação para as eleições proporcionais, mais interessado em eleger unicamente seus vereadores do que em constituir um campo mais amplo com segmentos importantes da esquerda. Ao mesmo tempo, o PSTU, que hoje apresenta importantes críticas (com muitas das quais concordamos) ao programa de Freixo, certamente o faria de dentro da campanha caso tivesse a oportunidade de eleger seus candidatos a vereador a partir da base eleitoral do PSOL. Ou seja: o que justifica a candidatura própria do PSTU não são suas críticas ao programa de Freixo, mas sim o fato de não ter sido aceito na coligação proporcional para a eleição de vereadores. Caso tivesse, certamente defenderia que é possível fazer críticas ao programa a partir de um apoio à candidatura.

Assim, o Coletivo Marxista, a partir das importantes críticas colocadas, entende que é preciso posicionar-se frente à polarização que hoje se apresenta no cenário eleitoral carioca e da constituição de uma alternativa ao projeto do capital implementado por Paes, Cabral e Dilma. Não são indiferentes aos revolucionários as condições concretas em que se luta e a correlação de forças na sociedade. A possibilidade objetiva de um segundo turno entre Freixo e Paes incide, de maneira importante, no cenário sobre o qual lutamos. Isso é muito diferente de dizer que uma possível eleição de Freixo seria, necessariamente, um avanço decisivo para a luta de classes. Colocamo-nos ao lado dessa alternativa buscando fortalecer um cenário que garanta melhores condições de enfrentamento e consciência nas lutas que travamos, sempre apresentando nosso programa, nossas críticas e enfatizando que não devemos ter nenhuma ilusão na democracia burguesa, lembrando que apenas a luta e organização autônoma dos trabalhadores e da juventude serão capazes de realmente transformar a situação de miséria, exploração e opressão que ora vivemos.                                                  


Coletivo Marxista                     
http://coletivomarxista.blogspot.com 
                                                      

sábado, 11 de junho de 2011

Enfrentemos o touro e conquistemos um mundo!

Que seja um diferente Domingo

que não peça cachimbo de ouro

que os seres humanos estejam com a força para enfrentar um touro

que se acha valente e bate na gente porque nos considera fracos

que do buraco em que nos encontramos, nos ergamos, por mais fundo que ele seja

pois o mundo não acaba

mas podemos acabar com um mundo - de hipocrisias, explorações e misérias

para construir um novo - de respeito, dignidade e verdadeira igualdade

Trabalhador@s do Rio de Janeiro, temos um mundo a derrubar e outro a conquistar!

Gabriel Marques


Tod@s à Manifestação a partir das 10h na Praia de Copacabana!

Pela anistia dos 439 bombeiros presos politicamente!

Por aumento de salários e melhorias das condições de trabalho!

Por uma Greve Geral! Fora Cabral!

sábado, 17 de julho de 2010

Sonhos de infância*

Sob olhares atentos de pais, familiares e amigos, engatinhamos os primeiros centímetros, caminhamos nossos primeiros passos, choramos para dormir ou pedir comida e pronunciamos nossas primeiras palavras. Muitos se divertem com isso, e, para nós, quando crianças, nada é digno de preocupação, apesar de aparecerem os primeiros conflitos, pois nunca queremos comer ou dormir na hora que nossos pais desejam.

Bolas, bonecos e bonecas, velocípede, vídeo-game, bicicleta, quebra-cabeça e diversos outros brinquedos começam a surgir à nossa frente, garantindo entretenimento seja sozinho seja com os(as) novos(as) amiguinhos(as) que crescem conosco. Nossos pais são referências, heróis e heroínas que acompanham as etapas da vida. Aconselham, brigam, chamam atenção e nos amam... Num determinado momento, somos encaminhados pra instituições sociais mais amplas, como a escola. Começam a surgir deveres, provas, ditados, redações... Junto a tudo isso, inevitável defrontar-se com a pergunta que já visa indicar precocemente nossa profissionalização: “O que você vai ser quando crescer?”

É tempo de perguntas, questionamentos, novidades, experiências, machucados, choros, mas também de SONHOS! Certamente o quadro infantil explicitado acima pôde ser vivenciado por mim e por outros que nasceram em famílias que tiveram condições objetivas de fornecer alimentação, lar, estudo e carinho! Mas o que será que acontece com a maioria das crianças e jovens mundo afora? Muitas famílias sobrevivem diariamente sob parcas condições: sem casas para residir tampouco cobertores para proteger do frio ou um leite quentinho com um pão com manteiga para iniciar seus dias! Novamente fui estimulado a escrever essas linhas, diante de mais atrocidades que impedem a materialização de sonhos, sonhos que crianças investem, com sorrisos, gestos e palavras inocentes, mas com a certeza de que teremos um amanhã diferente!

Às vésperas de mais um cenário eleitoral, onde mais do mesmo se apresenta, prometendo e iludindo uma imensidão de seres humanos que mais uma vez acreditam que os votos têm pesos iguais. Depois disso, até a eleição seguinte, multiplicam-se os descasos com a população, os casos de corrupção e os lucros de uma pequena parcela que privadamente se apropria dos sonhos de milhões de crianças e do fruto do trabalho de seus pais, perpetuando a desigualdade que concentra as riquezas e divide as mazelas!

Às vésperas da realização de mais megaeventos esportivos, em que bilhões serão investidos em propagandas e grandes construções de um lado. Do outro, comunidades populares serão removidas de seus batalhados e perversos locais de moradia, a população pobre e trabalhadora será a maior vítima do Choque de Ordem e aceitaremos passivamente a demagogia dos muros de segurança e isolamento acústicos nas vias expressas do Rio de Janeiro(1).

Rio de Janeiro da tríade Lula, Sérgio Cabral e Eduardo Paes, fantoches aliados e necessários à ordem dominante! Rio de Janeiro contra a covardia em defesa dos royalties, majoritariamente privatizados e longe de favorecer o conjunto da população do país, que precisará acompanhar, mesmo pedindo para Galvão calar-se, a imposição do sonho de um hexa cuja Taça jamais tocará! Rio de Janeiro das belas praias e paisagens mostradas nas novelas globais, todavia dos caveirões e incursões policiais nas favelas. Rio de Janeiro das contradições de qualquer cidade grande, que enfrenta a exacerbação da violência, do desemprego e da miséria.

E é justamente essa concreta realidade que extingue sonhos, exatamente nas suas raízes. Crianças e jovens que nascem nesse mundo cruel, mas que necessitam conhecer alternativas para um futuro qualitativamente diferente. Wesley Guilber Rodrigues de Andrade, de 11 anos(2); Luan Victor da Silva Nascimento, de 13(3); Julia Estácio dos Santos, de 12(3), possuem nomes e idades diferentes, não moravam nas mesmas localidades e talvez não pensassem em ter as mesmas profissões. Entretanto, não poderemos ir além das suposições. Em comum, essas crianças brincavam, estudavam e certamente sonhavam, mas tiveram esses verbos interrompidos diante da barbárie cada vez mais presente em nosso cotidiano: serão transformadas em estatísticas já que não estão mais diante de nós! Por pouco não foram incluídos mais nomes na lista acima, já que a bala apenas acertou objetos da creche em Acari(4) e o braço direito de Ana Paula Gomes, de 7 anos(5). Entretanto, tantas outras crianças e jovens permanecerão vítimas da mesma crueldade.

Descobrir o verdadeiro sentido das coisas é querer saber demais, pois nossos conhecimentos devem se limitar à manutenção da engrenagem capitalista, que parece um inimigo invencível e enaltece a lógica de que é fácil ceder em vez de lutar, aprisionando nossos corpos sob a regra de que tudo se vende, se compra e se consome. Apesar das tentativas, nossos sonhos ainda não funcionam como mercadorias. Já que sonhar ainda não custa nada (será?), viajemos nos braços do infinito, onde tudo é mais bonito, nesse mundo de ilusão! Sonhemos com os pés fincados no chão e transformemos o sonho em realidade, pois nossos sonhos não podem continuar impossíveis(6).


*Gabriel Rodrigues Daumas Marques
Professor de Educação Física e Mestrando em Educação (UFRJ)


(1) Linha Vermelha terá muros de segurança e isolamento acústico. Ver http://odia.terra.com.br/rio/htm/linha_vermelha_tera_muros_de_seguranca_e_isolamento_acustico_231338.asp
 

(3) Duas crianças morrem por bala perdida no Rio, diz PM. Ver http://www.expressomt.com.br/noticia.asp?cod=66361&codDep=2

(4) Imagens que causariam espanto e revolta em qualquer país do mundo. Ver  http://www.redecontraviolencia.org/Noticias/659.html



(6) Vale a pena conferir e refletir a partir das músicas “Sonho de uma flauta”, de O Teatro Mágico http://letras.terra.com.br/o-teatro-magico/960864/; “Sonho Impossível”, de Chico Buarque http://www.letras.com.br/chico-buarque/sonho-impossivel; e “Sonhar não custa nada! Ou quase nada”, samba-enredo da Mocidade Independente de Padre Miguel, de 1992 http://letras.terra.com.br/mocidade-rj/47467/

sábado, 17 de outubro de 2009

Comemorações do Dia do Professor

O Governador Sergio Cabral - vale ressaltar inimigo dos profissionais da Educação, adotando uma política de privatização da Educação Pública e arrocho salarial aos trabalhadores - transferiu o ponto facultativo de 15 de outubro para o dia seguinte (sexta-feira 16), em comemoração ao Dia do Professor. Com isso, os docentes da rede estadual de diversas escolas do Rio de Janeiro trabalharam na data comemorativa.


No Colégio Estadual Professor Ubiratan Reis Barbosa, em Nilópolis, na hora do recreio fomos recepcionados com um café da manhã e lembranças comemorando o nosso dia.



Eu com alguns dos colegas de trabalho das manhãs de quinta-feira no CEPURB.


Já em Saquarema, os trabalhadores da Escola Municipal Edilson Vignoli Marins tiveram uma confraternização em uma casa de festas local, que contou com a presença de DJ e bateria do SaquaBloco, animando a noite de 16 de outubro.


Eu com colegas de trabalho das noites de segunda e terça em Saquarema.


Com muita disposição e alegria, a bateria do SaquaBloco animou a noite repleta de samba.