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sábado, 21 de maio de 2011

Dissertação defendida e aprovada

Na tarde do dia 21 de março de 2011, ocorreu a defesa de minha dissertação, intitulada "A Educação do Corpo e o Protagonismo Discente no Colégio Pedro II: mediações entre o ideário republicano e a memória histórica da instituição (1889-1937)". Como ex-aluno do Colégio, foi uma grande satisfação tê-lo como objeto de estudo no campo de História da Educação, possibilitando a ampliação de meu vínculo afetivo com a instituição que me formou durante sete anos, no segundo segmento do Ensino Fundamental e no Ensino Médio e onde iniciei minha militância como representante de turma e coordenador do Grêmio Estudantil.

Fruto de estudos e pesquisas ao longo de dois anos no Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Federal do Rio de Janeiro, como integrante do Grupo de Estudos sobre História da Infância Brasileira, o trabalho obteve aprovação dos membros da Banca Examinadora, composta pela minha orientadora Profª Drª Irma Rizzini e pelas professoras Libânia Nacif Xavier  (UFRJ) e Alessandra Frota Martinez de Schueler (UFF), além de ter contado com a presença do suplente Prof. Dr. Waldyr Lins de Castro (UFF). A Banca considerou a dissertação "aprovada, destacando-se a relevância do tema, a qualidade da escrita e a riqueza da pesquisa documental, recomendando a divulgação em eventos científicos e a publicação em periódicos da área".

Aproveito a ocasião para agradecer a presença e o apoio de amigos, companheiros e familiares, assim como a convivência com os colegas, professores e funcionários do PPGE-UFRJ, a receptividade do Núcleo de Documentação e Memória do Colégio Pedro II e a orientação da Professora Irma.

Para não alongar, compartilharei algumas imagens da ocasião.


Iniciando a apresentação do trabalho para a banca e os convidados.

 Bruno G. assessorando...

 Sendo arguido pela banca...

Fazendo graça pra foto enquanto a banca lê a ata... rs
 
  
Amigos, companheiros e familiares presentes!

 
 Irma Rizzini e Alessandra Schueler.

Com Waldyr Lins, suplente da Banca e importante professor de Educação Física.
 
 Tio Paulo, pai Mario e Cabral: professores de Educação Física.

 Fundadores e atuais militantes do Movimento Quem Vem Com Tudo Não Cansa!
Carlos, Brunão e Maurício.
Bruno G., eu e Vivian.

 Queridas Tias Dulce, Dulcinea e Eliane.

 Mari, colega do PPGE; Bruno G., Marcelão e Ana.

 Vó Dulce, mãe e pai, no campus da Praia Vermelha.

Companheira pra todas as horas!
 
Em família, num rodízio de pizzas e massas pra engordar e comemorar...

sexta-feira, 4 de março de 2011

Defesa de dissertação dia 21 de março

CONVITE PARA DEFESA DE MINHA DISSERTAÇÃO


UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO
CENTRO DE FILOSOFIA E CIÊNCIAS HUMANAS
FACULDADE DE EDUCAÇÃO
PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO

Título
A Educação do Corpo e o protagonismo discente no Colégio Pedro II: mediações entre o ideário republicano e a memória histórica da instituição (1889-1937)

Autor
Gabriel Rodrigues Daumas Marques

Orientadora 
Prof.ª Dr.ª Irma Rizzini

Banca Examinadora
Irma Rizzini (UFRJ)
Libânia Nacif Xavier (UFRJ)
Alessandra Frota Martinez de Schueler (UFF)
Miriam Waidenfeld Chaves - suplente (UFRJ)
Waldyr Lins de Castro - suplente (UFF)

Data, horário e local
Segunda-feira, 21/03/2011, às 15h, na Sala de Vídeo (sala 220)
(2º andar da Faculdade de Educação da UFRJ, campus Praia Vermelha)

Resumo
Inserido no campo da História da Educação, o presente trabalho possui como objeto de pesquisa o Colégio Pedro II, investigando o cotidiano escolar dessa instituição educacional e de que maneira a educação do corpo e o protagonismo discente estão relacionados com os ideários republicanos, por meio da memória histórica desse importante estabelecimento, modelo de ensino secundário. O recorte temporal se inicia no ano de 1889, com a proclamação da República e termina em 1937, ano do primeiro centenário do Colégio. Nesse período, são encontrados projetos de superação do atraso identificado com o regime monárquico, bem como propostas para consolidar novas concepções e práticas do homem. É possível acompanhar as disputas de poder entre elites políticas e econômicas que buscavam difundir seus valores e representações a fim de garantir a sobrevida de seus projetos de sociedade. Metodologicamente, trabalhamos os documentos localizados – livros de memória, atas, programas de ensino, livro de ocorrências, álbum de fotos, relatórios, periódicos – concomitantemente como objeto de estudo e fonte de informação historiográfica, articulando os aspectos políticos e econômicos do país ao dia-a-dia no Colégio Pedro II. Objetivamos investigar e relacionar as práticas, dinâmicas, tensões e conflitos ocorridos no cotidiano escolar; fomentar debates acerca da cultura escolar direcionada aos corpos infantis em instituições educacionais da antiga capital da República; localizar a participação da disciplina Ginástica no projeto de formação dos alunos do Colégio Pedro II; ampliar as discussões acerca da história do ensino de Educação Física; dar vozes aos sujeitos escolares e suas concepções, representações, práticas e visões acerca da instituição e do cenário político do país. A pesquisa se situa teoricamente na interface entre a história da educação e a história social, enfocando, além das dimensões econômicas e políticas, as dimensões sócio-culturais em um momento histórico singular. Sob a inspiração dos estudos do historiador Edward Thompson, compreendemos a cultura como campo de lutas e arena das disputas de classes, pressuposto que orienta nossa análise da cultura escolar e dos sujeitos escolares no cotidiano do Colégio Pedro II.

Palavras-chave
História da Educação; Educação do Corpo; Colégio Pedro II; República; Imprensa Estudantil.


domingo, 29 de agosto de 2010

Belezas Maranhenses - 21 a 28 de agosto

Sábado, 21 de agosto, parti do Rio de Janeiro para São Luís, capital do Maranhão. Começaria no dia seguinte o VIII Congresso Luso-Brasileiro de História da Educação, com a temática “Infância, Juventude e Relações de Gênero na História da Educação”, onde na segunda-feira 23/08 apresentei minha comunicação individual “O Compêndio de Gymnastica Escolar de Arthur Higgins: formulações e concepções pedagógicas para a educação do corpo no início do século XX”(1), primeiro trabalho que apresentei num evento do campo de História da Educação. Mesmo sendo o motivo da viagem, o trabalho passo a coadjuvante diante do que segue abaixo.

Como até a semana anterior meu pedido de apoio pelo Programa de Pós-Graduação da UFRJ não havia nem saído da Faculdade de Educação, por já ter apresentado meu trabalho na segunda e pelo fato do Maranhão reservar diversas belas paisagens, os demais momentos foram de turista. Já tinha reservado quinta e sexta para passeios e acabei ganhando a terça e a quarta!

Antes de discorrer sobre as belezas dessa Unidade da Federação, gostaria de registrar meus agradecimentos pela carona e pela hospitalidade da família da colega Ketruin e também aos combativos e hospitaleiros companheiros do PSTU-Maranhão(2) pelas dicas, pela companhia e por me abrigar durante esse período [principalmente Rielda Alves, a professora Vanda, o professor e ativista do movimento hip hop Hertz (Quilombo Urbano[3]), o candidato a deputado estadual Eloy, o candidato a Governador Marco Silva, Wagner, Felipe e a família da candidata a vice-presidente Claudia Durans].

Na capital maranhense, passei por bairros e localidades como COHATRAC, COHAB, Liberdade [90% da população negra, onde treinaram as malditas tropas brasileiras situadas no Haiti], Ponta d’Areia, Centro Histórico etc. Não consegui conhecer a UFMA nem a UEMA, instituições públicas de ensino superior. Além da capital, estive nas cidades de Alcântara, Raposa, São José de Ribamar e Barreirinhas. Como nem tudo são flores, é perceptível e lastimável a forte influência da oligarquia Sarney no Maranhão.

Como não dá para descrever, postarei algumas fotos para apresentar um pouco das belas localidades por onde passei durante a semana. Infelizmente, o Submarino não colaborou ao atrasar o envio da máquina digital que tive que comprar após a minha mergulhar na Praia do Cumbuco, em Fortaleza, no mês passado. Algumas fotos foram registradas pelo celular e outras por máquinas da galera.


Bar Adventure, na Avenida Litorânea. Noite de 23/08.


No catamarã de São Luís para Alcântara, Cidade Histórica. 22 km de puro balanço. Manhã de 24/08.

Do Mirante. Ao fundo, antigamente funcionava a Câmara no segundo andar e a prisão no primeiro. Hoje a Prefeitura funciona no prédio todo. Miscelânea curiosa da casa dos políticos com a cadeia...


Ruínas. Mar ao fundo. Alcântara já foi capital do Grão-Pará!

Essa parte tivemos de atravessar num barquinho. Até ajudei a remar. Depois de andar durante horas, almoçar, só sobraram cinco minutos para a praia antes de voltar pra São Luís. No trajeto, algumas pessoas viram um golfinho! Eu fui na frente do catamarã, tomando banho a cada sobe e desce nas ondas. Tarde de 24/08.

Município de São José de Ribamar. Essa é a Praia de Araçagy, onde os carros percorrem sobre a areia sem atolar. Nessa aí eu fui sozinho, depois da tentativa frustrada de conhecer Raposa. Quando cheguei, não havia mais passeio porque a maré não estava propícia. Mas valeu demais conhecer Araçagy e almoçar um peixinho frito bem baratinho com uma ventania excelente. Tarde de 25/08.

Belo pôr-do-Sol em São Luís. Entardecer de 25/08.
Uma das mais de 3.000 lagoas dos Grandes Lençóis Maranhenses. Município de Barreirinhas. Para chegar às lagoas, são 10 km de passeio num caminhão que sacode demais. O nosso atolou umas vezes. Além do motorista e do guia, eu era o único brasileiro no grupo, que contava com um português e oito franceses. Tarde de 26/08.

Dunas, lagoas e o Sol.

 
Visitamos cinco lagoas. Apenas a Lagoa dos Peixes era funda, com pontos que chegavam a 2m de profundidade. Entardecer de 26/08.

Passeio de Lancha Voadeira pelo Rio Preguiças, que conta com 120 km de águas navegáveis, média de 9 a 12m de profundidade com pontos que chegam a 35m. Manhã de 27/08.

Fauna presente: o simpático quati. Essa parada foi em Vassouras, onde há os Pequenos Lençóis Maranhenses (estavam secos!)


Os papagaios bacanas e comilões.
Do alto dos 160 degraus do Farol das Preguiças, o visual do local denominado Mandacaru, onde guias-mirins de 5 a 8 anos recitam poemas e contam a história da localidade. Após Mandacaru, a parada mais longe é em Caburé, onde de um lado está o mar e do outro o rio.


(1) Em breve disponibilizo a versão completa virtualmente.


sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Defesa de Monografia na próxima sexta

CONVITE PARA DEFESA DE MINHA MONOGRAFIA

Universidade Federal do Rio de Janeiro
Centro de Filosofia e Ciências Humanas
Curso de Especialização Saberes e Práticas da Educação Básica
Educação Física Escolar

Título
História e Historiografia da Educação do Corpo e do Ensino de Educação Física

Autor
Professor Gabriel Rodrigues Daumas Marques

Orientador
Prof. Dr. Marcos Antônio Carneiro da Silva

Banca
Prof. Dr. Marcos Antônio Carneiro da Silva (FE-UFRJ)
Prof.ª Dr.ª Irma Rizzini (FE-UFRJ)
Prof. Dr. José Jairo Vieira (FE-UFRJ)

Data, Horário e Local
Sexta-feira, 11/12/2009, às 17h, na Sala de Vídeo
(2º andar da Faculdade de Educação da UFRJ, campus Praia Vermelha)

Resumo
O trabalho discorre sobre a produção teórica acerca da história da Educação Física, cujo ingresso e consolidação nos programas escolares é marcado por influências diversas, como o militarismo, o higienismo e/ou o desportivismo. A partir da busca das expressões Educação do Corpo, Educação Physica, Gymnastica, História da Educação Física Escolar e História da Educação Física, foram encontradas, por meio do Banco de Teses da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, 25 teses e 90 dissertações produzidas em Programas de Pós-Graduação de diferentes áreas e localidades do país entre os anos de 1994 e 2008. Referenciado teoricamente pelas contribuições do campo da História da Educação, nosso objetivo é investigar, por meio dos resumos, o universo dessa produção histórica e historiográfica, analisando mais detalhadamente os trabalhos pautados na Educação do Corpo e/ou no ensino de Educação Physica ou Gymnastica em instituições educacionais e/ou legislações de ensino, durante o período republicano no Brasil. Após essa significativa revisão de literatura, somada à articulação da obra de importantes autores do campo, percebemos que há muito que avançar na pesquisa sobre a história disciplinar da Educação Física.

Dedicatória

A meus avós Moacyr, Teresa e Dulce
A meus pais Mario e Talita
Á companheira Vanessa, a minha irmã Priscilla e todos os demais familiares
Que, ao longo desses 24 anos, contribuíram para minha formação
E estiveram presentes nas conquistas pessoais, acadêmicas, profissionais e políticas


Aos companheiros e companheiras de militância,
Principalmente do Coletivo Marxista e do Movimento Quem Vem Com Tudo Não Cansa,
Que combativamente direcionam suas forças e suas vidas
Para possibilitar a efetiva transformação da sociedade em que vivemos


Guiado por grandes sentimentos de amor, dedico.


Agradecimentos

A conclusão desse curso de especialização, ao final de 2009, certamente significa uma importante vitória e superação acadêmica, política e profissional.

Para ingressar no Curso de Especialização Saberes e Práticas da Educação Básica, o requisito era atuar na rede pública de ensino, uma coerente opção política da coordenação. Durante o processo seletivo, em 2008, atuava como professor contratado ao Setor Curricular de Educação Física do Colégio de Aplicação da UFRJ, instituição organizadora do curso conjuntamente com a Faculdade de Educação da UFRJ. A aula inaugural do CESPEB, em 3 de setembro de 2008, paradoxalmente acontece num dos dias em que mais sofri nesses 24 anos de vida. Entre 12 e 13h daquele dia, ocorrera a reunião do Setor de Educação Física do CAp, na qual fui cobrado e questionado por cinco professores – efetivos do colégio – pelo fato de minha assinatura eletrônica conter referência a meu cargo como Professor Ed. Física do CAp-UFRJ e ter sido veiculada por meio de listas eletrônicas após profundas críticas e posicionamentos contra o Plano Diretor da UFRJ, projeto que materializava o REUNI e o sucatemanto da Educação Superior promovido pelo Governo Lula/PT e implementado pela Reitoria de Aloísio Teixeira. A situação de constrangimento e pressão política sofrida impulsionou horas de choro e caminhada, solitariamente, pelas ruas da Lagoa e do Jardim Botânico, antes de me dirigir para a aula inaugural, no campus da Praia Vermelha.

No dia 4 de novembro, a prática arbitrária de coerção e retaliação foi confirmada. Apesar do desenvolvimento de uma excelente relação profissional com professores de outras áreas, funcionários, alunos, pais e responsáveis, licenciandos e professores da Prática de Ensino; da apresentação e implementação de um trabalho crítico e criativo como eixo norteador do Planejamento Pedagógico; da assiduidade e pontualidade e da participação ativa no cotidiano do Colégio – reuniões, conselhos de classe, Olimpíadas CApianas, Semana de Arte, Ciência e Cultura etc., depois de mais de 1 mês da decisão ter sido tomada, fui informado pelo Chefe do Setor que meu contrato não seria renovado para 2009, em virtude, segundo ele, de não me encaixar no perfil docente que o Setor desejava, decisão unânime dentre os professores do mesmo. Nenhum motivo ou argumento político, administrativo, pedagógico foi apresentado. As batalhas travadas política e institucionalmente nas semanas seguintes me desgastaram e desanimaram em diversas oportunidades, chegando a mencionar a possibilidade de me desligar do CESPEB, após ser classificado como péssimo profissional, nazista e moleque pela Direção do Colégio. No ano em que o CAp-UFRJ comemorava seus 60 anos de existência, tais atitudes destoam de sua referência para a Educação Pública e tentam desqualificar um professor recém-formado e com bastante disposição, energia, esperança e vigor.

O quadro acima demonstrou que, apesar de atuar na militância política desde 2000, o quanto é duro e difícil lidar com uma situação de perseguição política. Entretanto, após o resumido resgate dessa história, urge que agradeça o total, irrestrito, combativo e confortante apoio protagonizado por meus familiares e meus e minhas camaradas de militância, que posso considerar como duas grandes famílias. O presente trabalho é dedicado a eles e a elas justamente porque foi a partir de seu apoio que juntei forças para superar as noites mal dormidas e as lágrimas que escorriam ao recordar os embates diários. Ficam registrados meus agradecimentos a essas famílias, que se preocupam, discutem, orientam, mas principalmente se situam sempre ao meu lado, fornecendo os alicerces materiais, emocionais e políticos, que tanto contribuíram para minha formação humana.

Agradeço também:

Aos meus ex-alunos do Colégio de Aplicação da UFRJ, das turmas 13B, 14A, 14B, 15A e 15B, com quem convivi e aprendi demasiadamente durante o meu primeiro ano (2008) lecionando como professor de Educação Física.

Aos Licenciandos em Educação Física da UFRJ, que realizaram suas Práticas de Ensino Supervisionado nas tardes ensolaradas de terças e quintas no CAp-UFRJ, inovando e aprimorando nossas aulas.

Aos companheiros e companheiras de diversas gestões do Centro Acadêmico de Educação Física e Dança da UFRJ, que, desde 2003, fazem parte de meu ciclo de amizades, desenvolvendo relações sólidas de confiança, companheirismo e combatividade em defesa da Educação Pública e da transformação da sociedade, especialmente Cláudio, Brunão, Bruno G., Bruno Rodolfo, Bruninho, Murilo, Cinthia, Ian, Marcello, Luiz Carlos, Daniel, Vivian, Thiago, Gustavo e Elielsom. A Vera, Leila e Carlos, pela imensa contribuição e consolidação de meus conhecimentos marxistas. A Leonardo, Adolpho, Ludmila, Vinícius, Paulo Tiago, valorosos(as) companheiros(as).

Aos(às) signatários(as) da moção de repúdio à perseguição política no CAp-UFRJ, defendendo a renovação de meu contrato. A Ricardo Kubrusly, José Simões, Cinda, Ronaldo, Janete, José Henrique, Cleusa, Regina, Lucia, Leandro, Kátia, Eduardo, Dianne, docentes da UFRJ, pelo apoio político. A Themis, Adriana, Roberto, Luis Sergio, Jonas, Hajime, André, Waldyr, combativos(as) professores(as) de Educação Física, pelo apoio político.

Ao orientador da monografia e coordenador do curso de Educação Física Escolar Marcos Antônio Carneiro Silva e à coordenadora geral Maria Luíza Rocha, docentes sempre presentes e em quem podemos perceber o envolvimento para garantir a qualidade do curso bem como a sua continuidade pública e gratuita. Aos demais professores do curso, pelas aulas e discussões, em especial às Professoras Regina Celi e Lilia Pougy.

Aos demais componentes da Banca Examinadora, professores José Jairo Vieira e Irma Rizzini.

Aos colegas de turma, pelas animadas e envolventes aulas das noites de segundas e quartas e manhãs e tardes de sábados.