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terça-feira, 25 de setembro de 2012

Seminário de 40 anos do PPGE-UFRJ

Nos dias 8 e 9 de outubro, o Programa de Pós-Graduação em Educação da Faculdade de Educação da UFRJ realizará Seminário Comemorativo por conta do aniversário de 40 anos, das 9h às 21h.

Na segunda-feira, dia 8 de outubro, participarei da Sessão 3 do evento, na sala 220, das 16h às 17:30, apresentando os resultados e debates de minha dissertação defendida em março de 2011: "A Educação do Corpo e o Protagonismo Discente no Colégio Pedro II: mediações entre o ideário republicano e a memória histórica da instituição (1889-1937)". O trabalho completo está disponível para visualização na página a seguir: http://www.educacao.ufrj.br/ppge/ppge-dissertacoes-2011.html

Sintam-se convidad@s!


sábado, 21 de maio de 2011

Dissertação defendida e aprovada

Na tarde do dia 21 de março de 2011, ocorreu a defesa de minha dissertação, intitulada "A Educação do Corpo e o Protagonismo Discente no Colégio Pedro II: mediações entre o ideário republicano e a memória histórica da instituição (1889-1937)". Como ex-aluno do Colégio, foi uma grande satisfação tê-lo como objeto de estudo no campo de História da Educação, possibilitando a ampliação de meu vínculo afetivo com a instituição que me formou durante sete anos, no segundo segmento do Ensino Fundamental e no Ensino Médio e onde iniciei minha militância como representante de turma e coordenador do Grêmio Estudantil.

Fruto de estudos e pesquisas ao longo de dois anos no Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Federal do Rio de Janeiro, como integrante do Grupo de Estudos sobre História da Infância Brasileira, o trabalho obteve aprovação dos membros da Banca Examinadora, composta pela minha orientadora Profª Drª Irma Rizzini e pelas professoras Libânia Nacif Xavier  (UFRJ) e Alessandra Frota Martinez de Schueler (UFF), além de ter contado com a presença do suplente Prof. Dr. Waldyr Lins de Castro (UFF). A Banca considerou a dissertação "aprovada, destacando-se a relevância do tema, a qualidade da escrita e a riqueza da pesquisa documental, recomendando a divulgação em eventos científicos e a publicação em periódicos da área".

Aproveito a ocasião para agradecer a presença e o apoio de amigos, companheiros e familiares, assim como a convivência com os colegas, professores e funcionários do PPGE-UFRJ, a receptividade do Núcleo de Documentação e Memória do Colégio Pedro II e a orientação da Professora Irma.

Para não alongar, compartilharei algumas imagens da ocasião.


Iniciando a apresentação do trabalho para a banca e os convidados.

 Bruno G. assessorando...

 Sendo arguido pela banca...

Fazendo graça pra foto enquanto a banca lê a ata... rs
 
  
Amigos, companheiros e familiares presentes!

 
 Irma Rizzini e Alessandra Schueler.

Com Waldyr Lins, suplente da Banca e importante professor de Educação Física.
 
 Tio Paulo, pai Mario e Cabral: professores de Educação Física.

 Fundadores e atuais militantes do Movimento Quem Vem Com Tudo Não Cansa!
Carlos, Brunão e Maurício.
Bruno G., eu e Vivian.

 Queridas Tias Dulce, Dulcinea e Eliane.

 Mari, colega do PPGE; Bruno G., Marcelão e Ana.

 Vó Dulce, mãe e pai, no campus da Praia Vermelha.

Companheira pra todas as horas!
 
Em família, num rodízio de pizzas e massas pra engordar e comemorar...

sexta-feira, 4 de março de 2011

Defesa de dissertação dia 21 de março

CONVITE PARA DEFESA DE MINHA DISSERTAÇÃO


UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO
CENTRO DE FILOSOFIA E CIÊNCIAS HUMANAS
FACULDADE DE EDUCAÇÃO
PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO

Título
A Educação do Corpo e o protagonismo discente no Colégio Pedro II: mediações entre o ideário republicano e a memória histórica da instituição (1889-1937)

Autor
Gabriel Rodrigues Daumas Marques

Orientadora 
Prof.ª Dr.ª Irma Rizzini

Banca Examinadora
Irma Rizzini (UFRJ)
Libânia Nacif Xavier (UFRJ)
Alessandra Frota Martinez de Schueler (UFF)
Miriam Waidenfeld Chaves - suplente (UFRJ)
Waldyr Lins de Castro - suplente (UFF)

Data, horário e local
Segunda-feira, 21/03/2011, às 15h, na Sala de Vídeo (sala 220)
(2º andar da Faculdade de Educação da UFRJ, campus Praia Vermelha)

Resumo
Inserido no campo da História da Educação, o presente trabalho possui como objeto de pesquisa o Colégio Pedro II, investigando o cotidiano escolar dessa instituição educacional e de que maneira a educação do corpo e o protagonismo discente estão relacionados com os ideários republicanos, por meio da memória histórica desse importante estabelecimento, modelo de ensino secundário. O recorte temporal se inicia no ano de 1889, com a proclamação da República e termina em 1937, ano do primeiro centenário do Colégio. Nesse período, são encontrados projetos de superação do atraso identificado com o regime monárquico, bem como propostas para consolidar novas concepções e práticas do homem. É possível acompanhar as disputas de poder entre elites políticas e econômicas que buscavam difundir seus valores e representações a fim de garantir a sobrevida de seus projetos de sociedade. Metodologicamente, trabalhamos os documentos localizados – livros de memória, atas, programas de ensino, livro de ocorrências, álbum de fotos, relatórios, periódicos – concomitantemente como objeto de estudo e fonte de informação historiográfica, articulando os aspectos políticos e econômicos do país ao dia-a-dia no Colégio Pedro II. Objetivamos investigar e relacionar as práticas, dinâmicas, tensões e conflitos ocorridos no cotidiano escolar; fomentar debates acerca da cultura escolar direcionada aos corpos infantis em instituições educacionais da antiga capital da República; localizar a participação da disciplina Ginástica no projeto de formação dos alunos do Colégio Pedro II; ampliar as discussões acerca da história do ensino de Educação Física; dar vozes aos sujeitos escolares e suas concepções, representações, práticas e visões acerca da instituição e do cenário político do país. A pesquisa se situa teoricamente na interface entre a história da educação e a história social, enfocando, além das dimensões econômicas e políticas, as dimensões sócio-culturais em um momento histórico singular. Sob a inspiração dos estudos do historiador Edward Thompson, compreendemos a cultura como campo de lutas e arena das disputas de classes, pressuposto que orienta nossa análise da cultura escolar e dos sujeitos escolares no cotidiano do Colégio Pedro II.

Palavras-chave
História da Educação; Educação do Corpo; Colégio Pedro II; República; Imprensa Estudantil.


sábado, 16 de outubro de 2010

Saudosismo nos 10 anos de Movimento Estudantil*


 Documento convocando para a cerimônia de posse.

Os ex-companheiros de gestão ATITUDE Rudi e Rafael, grandes referências na época do Grêmio. Foto às vésperas da cerimônia de nossa formatura (2002).
Apesar das poucas horas de sono, acordei motivado para registrar a data de hoje. Afinal, no dia 16 de outubro de 2000, na Unidade Escolar Engenho Novo II do Colégio Pedro II tomava posse, a gestão ATITUDE do Grêmio Estudantil. Foram necessárias duas eleições.
Capa de uma das edições do Jornal ATITUDE.

Na primeira, apoiei a chapa 7 dentre as 8 que disputavam o pleito eleitoral. A Direção da Unidade organizara o processo e ficara incomodada com o nível de politização dos adolescentes que ganharam a eleição. Misteriosamente surgiram nas urnas mais votos que a quantidade de assinaturas. As eleições foram impugnadas e convocadas novas. Diante disso, houve uma articulação para aumentar a quantidade de cadeiras na gestão do Grêmio, criando 6 suplentes. As sete chapas se uniram para derrotar a chapa 7. Por conta do meu apoio à chapa ATITUDE e de certo envolvimento com a campanha, fui convidado para ingressar. Sem titubear, aceitei o convite, morrendo de medo da reação que meus pais teriam com esse envolvimento, apesar de certa experiência como representante de turma em anos anteriores. Com mais de 700 votos, obtivemos a vitória e estivemos à frente da entidade estudantil após a posse, que hoje completa 10 anos. Até hoje somos lembrados por professores e funcionários como uma geração aguerrida, politizada e compromissada com os rumos da instituição e das demandas estudantis. É bacana ainda esbarrar com ex-alunos do período que lembram nossos nomes porque o período foi marcado por lutas e conquistas. Criamos a rádio, produzimos oito edições do jornal, realizamos saraus, iniciamos a luta pela construção do prédio que hoje está de pé, mas principalmente impulsionamos a participação estudantil na greve histórica de 2001 e estivemos nas mobilizações pelo passe livre.
 Lembro que minha mãe não permitira minha ida à primeira manifestação. Fiquei extremamente abalado e com o coração escrevi uma carta em três folhas frente e verso daquela caderneta pequena, expondo diversos motivos e argumentando para obter a permissão. Colei no computador, seu instrumento de trabalho, durante a madrugada. Ao acordar, ela veio chorosa dizendo para eu tomar muito cuidado. Que empolgação! Com mais de 3.000 estudantes, uniformizados, vibrantes, aguerridos, percorremos da Radial Oeste até o prédio da Prefeitura, no início da Avenida Presidente Vargas: “O dinheiro do meu pai não é capim! Eu quero passe livre sim!”. Daí em diante não teve mais jeito: o entendimento da necessidade de nos organizarmos coletivamente para lutarmos pelas melhorias, por conquistas e pela transformação da sociedade... Crescia, se desenvolvia e amadurecia.



 Em 2001, durante o governo tucano de Fernando Henrique Cardoso, o funcionalismo público parou, realizando uma greve com três meses de duração. A adesão era grande! O Grêmio Estudantil do Engenho Novo ingressou no Comando de Greve. Eu ganhava tickets de alimentação a cada reunião e achava isso o máximo. Participamos de atos pelas ruas do Centro; confeccionamos a mão uma faixa muito grande que carregávamos para as Assembléias dos Servidores do Colégio Pedro II; com os dizeres "ESTUDANTES DO COLÉGIO PEDRO II EM DEFESA DO ENSINO PÚBLICO, GRATUITO E DE QUALIDADE", assinada por nosso Grêmio; realizamos Assembléias Estudantis para definir a posição da base discente sobre a greve... Em todas elas, defendi o apoio. Meu pai é professor da rede estadual e sempre acompanhava as importantes mobilizações da categoria dos profissionais da Educação. Até que numa reunião de pais de alunos do CPII, quando, como “estudante, filho de professor e cidadão”, afirmei: “apoio a greve dos servidores”... Um grupo de pais desceu da arquibancada para me ofender, um deles inclusive tentando me agredir. Com 15 anos, não agüentei a pressão e comecei a chorar, sem que deixassem terminar a minha fala. Fui ao banheiro, lavei o rosto e voltei para terminar a fala, expondo argumentos que certamente deixaram muitos outros pais em dúvidas e até aplausos recebi. Essa situação fez com que minha mãe fosse até a Assembléia discente fazer uma fala pra mais de 200 pessoas, trêmula e me deixar muito orgulhoso.

Apesar do atentado de 11 de setembro ter ofuscado a greve na mídia, foi uma vitória e um grande aprendizado, que certamente contribuiu para alavancar minha formação durante os anos de Ensino Médio. Ainda conseguimos eleger uma chapa sucessora de nosso trabalho, que depois de eleita, virou as costas para nosso suporte e acabou se aproximando dos setores próximos à Direção do Colégio.


Numa das manifestações contra o REUNI, como conselheiro estudantil no CONSUNI (2008)

Como representante discente no CEG (2006).
Em 2003, comecei a Licenciatura em Educação Física na UFRJ e participei das gestões 2004 a 2007 do Centro Acadêmico de Educação Física e Dança; participei do processo de fundação e consolidação do Movimento Quem Vem Com Tudo Não Cansa, que hoje tem mais de 5 anos; fui coordenador do DCE Mario Prata na gestão 2005/2006; representante discente no Conselho de Ensino de Graduação (2005/2006); representante discente no Conselho Universitário (2007/2008); e coordenador do Centro Acadêmico de Pedagogia (2008/2009). Nesse período, lutamos pela construção do Bandejão, barramos cursos pagos, confeccionamos jornais, dialogamos com milhares de estudantes passando em sala... Mas o momento mais marcante e histórico foi a luta contra o REUNI, que culminou com a ocupação da Reitoria. Inclusive, vale registrar que foi o Movimento Quem Vem Com Tudo Não Cansa o primeiro grupo a defender e impulsionar a ida dos mais de 700 estudantes para ocupar a Reitoria da UFRJ, com a intervenção que fiz, após as duas lideranças anteriores (Não Vou Me Adaptar e Nós Não Vamos Pagar Nada), que agitaram mas não propuseram a ocupação.



Movimento Quem Vem Com Tudo Não Cansa sempre nas lutas!
No Movimento Estudantil de área, estive nos Encontros Nacionais de Estudantes de Educação Física em 2004 (UnB – Brasília), 2005 (UFBA – Salvador), 2006 (UEG – Goiânia) e 2007 (UFPB – João Pessoa) e nos Encontros Nacionais de Estudantes de Pedagogia em 2008 (UFES – Vitória) e 2009 (UFPE – Recife), além de diversos encontros e conselhos de entidades, fóruns, plenárias e manifestações.

E no Movimento Estudantil geral rompemos com a União Nacional dos Estudantes e estivemos no processo de reorganização do Movimento Estudantil no Brasil, defendendo teses e construindo campanhas e eventos como Encontro Nacional de Estudantes; Congresso Nacional de Estudantes.

Apesar de não estar não mais tão diretamente envolvido com o Movimento Estudantil nos últimos meses devido aos compromissos acadêmicos e profissionais, quis escrever estas linhas que ficaram longas para explicitar a importância que a juventude possui para definir os rumos de nossa sociedade. Devemos ser realistas e exigir o impossível! As tarefas de construir as lutas em defesa da Educação Pública e nos organizarmos para superar esse modelo cruel, desigual e opressor que é o capitalismo, estão na ordem do dia para que tenhamos um novo amanhã! Com a energia que temos, precisamos seguir em frente com tudo sem cansar!

*Gabriel Marques
10 anos de Movimento Estudantil
Ex-diretor do Grêmio do Colégio Pedro II – U. E. Engenho Novo II (2000-2002)
Ex-coordenador do Centro Acadêmico de Educação Física e Dança da UFRJ (2004-2007)
Ex-coordenador do Centro Acadêmico de Pedagogia da UFRJ (2008/2009)
Militante do Movimento Quem Vem Com Tudo Não Cansa e do Coletivo Marxista

segunda-feira, 28 de junho de 2010

Chapa 4 para o DCE Mario Prata

Nos dias 29 e 30 de junho e 01 de julho, vote CHAPA 4 e PROPORCIONALIDADE para o Diretório Central dos Estudantes da UFRJ - o DCE Mario Prata.





Aos que virão depois de nós
Eu vivo em tempos sombrios.
Uma linguagem sem malícia é sinal de estupidez,
uma testa sem rugas é sinal de indiferença.

B. Brecht
Caros alunos:

Nos dias 29-30/06 e 01/07 ocorrerá mais uma eleição para o DCE, Diretório Central de Estudantes da UFRJ.

Como todos sabem apóio a Chapa 4, REVIDA MINERVA.

Tenho bons e consolidados motivos e argumentos para esta escolha, referendada numa prática de colaboração conjunta desde 2002.

Mas.... não escrevo para pedir votos e sim reflexão.

Citando Brecht, poeta preferido, não me furto da tarefa de falar “para os que virão depois de nós”, motivo maior do meu exercício do magistério com tanta paixão.

Jamais serei indiferente, especialmente quando se trata de refletir e procurar rumos para a universidade pública e lutar para transformar a dura realidade que nos cerca.

Ao longo de toda minha vida como professora, na área de ciências exatas, especialmente nas aulas de Metodologia Científica tentei, sempre, enfatizar que o futuro se constrói com reflexão crítica e ação transformadora sobre o presente.

Muro da vergonha na Linha Vermelha, HU desabando, salas superlotadas, mega eventos esportivos alienantes, assaltos, medo pairando sobre nossas cabeças nas mais simples ações cotidianas, empilhamentos diários nos nossos transportes coletivos, etc., são faces da mesma moeda: o modelo de sociedade vigente.

A eleição do DCE deveria e deve cumprir o papel de ser um importante momento de debate, reflexão, e participação estudantil na vida da UFRJ.

Momento de questionar a universidade em que estudamos e entender que aqui devemos exercitar nossa potencialidade de intervenção transformadora. Temas que tanto procurei trabalhar com vocês em sala de aula, especialmente de Metodologia Científica!

Assim, lamento que a atual gestão do DCE, Chapa 2, tenha escolhido momento tão impróprio para eleição fazendo uma eleição apressada no final do período, em momento de Provas e COPA do MUNDO.

Por quê? A quem interessa desperdiçar este momento e realizar uma eleição tão importante para este difícil momento da UFRJ, no final de período, entre provas, Copa e esvaziamento das salas de aula? Queremos inibir os debates, questionamentos e reflexão? Apostamos em campanhas de festas, cervejas e que vençam os cartazes mais bonitos, as campanhas mais ricas, as maiores chopadas? Vamos aqui reproduzir os processos eleitorais que tanto criticamos?

Merecemos muito mais do que isto na nossa universidade, a maior universidade federal do Brasil!

Como então escolher a melhor chapa, num processo eleitoral desta natureza? Prevalece o critério de avaliação da prática, que deve sempre referendar modelos em análise e seus postulados teóricos.

Prevalece o questionamento correto e a busca de respostas certas para perguntas certas. O que foi feito na atual gestão? Como foi feito? Que propõem os que querem mudar?

Por que chapas que se dizem de mudança como a chapa 3, ainda estão na UNE, hoje fábrica de carteirinhas e sustentação de políticas educacionais que precarizam a universidade?

As chapas 1 e Chapa 5 nem merecem minha análise, uma vez que claramente não se colocam no campo progressista dos que querem mudanças reais. Ambas estão a serviço do modelo de educação excludente (chapa 5) e de precarização da universidade (chapa 1).

Queremos assistência estudantil? Qual? Queremos cotas? Quais? Quem fez o debate de cotas? Por que não se tem coragem de debater esta questão tão delicada? Poderia aqui enumerar um número infinito de perguntas que precisaram ser formuladas e debatidas neste processo eleitoral.

Uma importante reflexão final:

Interessa-me mostrar que metodologia científica, pensada como um método de busca da verdade numa realidade objetiva deve ser aplicada em todas as situações. Metodologia: um conjunto de leis e procedimentos que nos permite ter um método correto de análise da realidade. O uso de um método correto nos permite chegar com segurança a um modelo de validação da verdade objetiva que sim, deve sempre ser validado e referendado experimentalmente. Processo bem mais difícil, nas ciências sociais do que nas exatas.

Mas aqui ainda cabe a máxima do materialismo dialético; as chapas não são o que elas dizem. As chapas são o que elas fazem.

Assim pensando estaremos aplicando o método materialista que busca no resultado experimental a comprovação do discurso/modelo teórico. Por isto tenho sempre apoiado a Chapa 4, REVIDA MINERVA, uma chapa com uma correta e referendada prática política.

Acreditando que a universidade pública é, ainda, o espaço de realizar uma educação transformadora fica meu pedido: pensem e debatam antes de votar! Fazendo isto vocês estarão usando a reflexão e o potencial transformador a serviço da manutenção e preservação da universidade pública, espaço de produção de saber e reflexão e não fábrica de diplomas e gestores empreendedores.

Pensem antes de votar e votem no melhor!

Carinhosamente,

Profa. Vera Salim
COPPE/UFRJ




Quando a manhã, vestida em seu robe de açafrão, derramava luzes sobre a terra, Zeus convocou os deuses para o conselho no mais alto dos picos das escarpas do Olimpo. Ele falava e todos escutavam com atenção. Ordenou aos deuses, seus comandados, que se mantivessem imparciais perante a contenda que se avizinhava. Que não ajudassem nem gregos nem troianos, que os guerreiros fossem deixados à própria sorte. Lembrou, severamente, que não estava, ali, para brincadeiras e que destruiria sem dó qualquer um que se lhe atravancasse os desejos. Riu dos deuses e para demonstrar sua superioridade, amarrou-se a uma imensa corrente de ouro lançando-a do céu à terra e profetizou: Se todos vocês, deuses e deusas, com todos os seus poderes e juntos e com todas as forças que houverem, puxarem a corrente de ouro, não moverão Zeus dos céus de onde comanda os acontecimentos, mas se eu a puxar, sem muito esforço, moverei terra e mar, lançando-os a todos por sobre algum monte do Olimpo onde permanecerão vagando, deuses e deusas desesperados, perdidos no firmamento. Todos se calaram obedientes, mas Minerva, com a coragem típica das filhas inquietas suplicou-lhe que a deixasse, pelo menos diminuir o sofrimento dos aqueus para que eles não padecessem totalmente. Zeus sorriu terno e virando-se, partiu em sua carruagem de fogos e ouros, embrenhando-se nos emaranhados do infinito.

No calor das inúmeras batalhas, Zeus compadecido pela intervenção da filha rebelde, impertinente, faz vista grossa e permite aos seus deuses e deusas, que se alinhem e ajam conforme suas convicções. Apolo, desviando as flechas dos seteiros contra Heitor, possibilita que este encurrale os guerreiros aqueus de volta as suas naus. O fim das batalhas parecia próximo quando o próprio Zeus, por interferência de Minerva, anoitece, repentinamente, um dia ainda claro, impossibilitando a estocada final, e fazendo recuar, desta maneira, os troianos de volta ao interior de suas muralhas.

As batalhas prosseguirão por muitos e muitos cantos, mas é neste canto oito que muitas verdades da Ilíada são reveladas e que, pela primeira vez, o desfecho, que todos conhecemos, da maneira saborosa como conhecemos os clássicos, sempre a relê-los, mesmo quando não os lemos, é anunciado.

Aqui, de outra maneira, nessas ilhas aterradas e atreladas a um passado sem vitórias, nessa grécia alguma, a justiça dos deuses e a bravura dos guerreiros deram lugar ao patético troca-troca de favores entre os que já nem fingem mais lutar, com suas bravatas e obediência cega aos ditames, sem metáforas ou delicadeza, do mercado financeiro e seus bonecos falantes. Aqui Minerva é uma estampa nos timbrados onde as vergonhas são oficialmente transmitidas. Perdeu sua petulância questionadora e, de filha rebelde, capaz de ponderar os delírios onipotentes de um Zeus enfurecido, passa a carimbo, borrando sem jeito a consagração conspiratória dos que já nem deuses nem honrados.

Revida, Minerva, que se posiciona contrária a UNE e reivindica a necessidade de uma nova organização estudantil.

Revida, Minerva, contra o REUNI e seus silêncios paralisantes e privatizantes.

Revida, Minerva, pelo acesso universal e cotas sociais com criação de vagas e ampliação dos cursos, com bandejão, bolsa e alojamento.

Revida, Minerva, pela participação efetiva dos estudantes em um movimento feito pelas bases.

Revida, Minerva, pelo direito de sonhar um mundo melhor e lutar pelos seus sonhos e romper com os silêncios cansados e atravessar ideias e inventar novos caminhos e experimentar destinos.

Revida, Minerva, que tua memória exige um futuro de luta e sabedoria, longe das odes metálicas e do mundo do petróleo. Afinal, a corrente era de vidro. Céus e terra nunca existiram. O ouro tilintava nos braços dos homens superiores com suas bravatas digitais. E nós, sem armas ou causas, tramando um confronto virtual em vidas supérfluas e desnecessárias ainda fingimos ser nossa essa Minerva universitária que já não mais nos guia. Guardamos sua estampa, perdemos sua rebeldia e contestação. Os decretos se amontoam e os retrocessos avançam. Já não temos planos... Revida, Minerva !!!!!!!

 
Professor Ricardo Kubrusly

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Monografia defendida e aprovada

Na última sexta-feira, 11 de dezembro de 2009, ocorreu a defesa de minha monografia de conclusão do curso de especialização em Educação Física Escolar (CESPEB-UFRJ), com o título História e Historiografia da Educação do Corpo e do Ensino de Educação Física, na Faculdade de Educação da UFRJ. Foi um excelente preparativo para a defesa da dissertação de Mestrado, que almejo que ocorra no próximo ano. A monografia foi aprovada pela banca, com nota 10. Agora é só entregar a versão final e referendar o título de Especialista em Educação Física Escolar pela UFRJ. Agradeço às mensagens de apoio e aos que puderam participar presencialmente. Em breve disponibilizarei por aqui o link para download da versão completa do trabalho.














sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Defesa de Monografia na próxima sexta

CONVITE PARA DEFESA DE MINHA MONOGRAFIA

Universidade Federal do Rio de Janeiro
Centro de Filosofia e Ciências Humanas
Curso de Especialização Saberes e Práticas da Educação Básica
Educação Física Escolar

Título
História e Historiografia da Educação do Corpo e do Ensino de Educação Física

Autor
Professor Gabriel Rodrigues Daumas Marques

Orientador
Prof. Dr. Marcos Antônio Carneiro da Silva

Banca
Prof. Dr. Marcos Antônio Carneiro da Silva (FE-UFRJ)
Prof.ª Dr.ª Irma Rizzini (FE-UFRJ)
Prof. Dr. José Jairo Vieira (FE-UFRJ)

Data, Horário e Local
Sexta-feira, 11/12/2009, às 17h, na Sala de Vídeo
(2º andar da Faculdade de Educação da UFRJ, campus Praia Vermelha)

Resumo
O trabalho discorre sobre a produção teórica acerca da história da Educação Física, cujo ingresso e consolidação nos programas escolares é marcado por influências diversas, como o militarismo, o higienismo e/ou o desportivismo. A partir da busca das expressões Educação do Corpo, Educação Physica, Gymnastica, História da Educação Física Escolar e História da Educação Física, foram encontradas, por meio do Banco de Teses da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, 25 teses e 90 dissertações produzidas em Programas de Pós-Graduação de diferentes áreas e localidades do país entre os anos de 1994 e 2008. Referenciado teoricamente pelas contribuições do campo da História da Educação, nosso objetivo é investigar, por meio dos resumos, o universo dessa produção histórica e historiográfica, analisando mais detalhadamente os trabalhos pautados na Educação do Corpo e/ou no ensino de Educação Physica ou Gymnastica em instituições educacionais e/ou legislações de ensino, durante o período republicano no Brasil. Após essa significativa revisão de literatura, somada à articulação da obra de importantes autores do campo, percebemos que há muito que avançar na pesquisa sobre a história disciplinar da Educação Física.

Dedicatória

A meus avós Moacyr, Teresa e Dulce
A meus pais Mario e Talita
Á companheira Vanessa, a minha irmã Priscilla e todos os demais familiares
Que, ao longo desses 24 anos, contribuíram para minha formação
E estiveram presentes nas conquistas pessoais, acadêmicas, profissionais e políticas


Aos companheiros e companheiras de militância,
Principalmente do Coletivo Marxista e do Movimento Quem Vem Com Tudo Não Cansa,
Que combativamente direcionam suas forças e suas vidas
Para possibilitar a efetiva transformação da sociedade em que vivemos


Guiado por grandes sentimentos de amor, dedico.


Agradecimentos

A conclusão desse curso de especialização, ao final de 2009, certamente significa uma importante vitória e superação acadêmica, política e profissional.

Para ingressar no Curso de Especialização Saberes e Práticas da Educação Básica, o requisito era atuar na rede pública de ensino, uma coerente opção política da coordenação. Durante o processo seletivo, em 2008, atuava como professor contratado ao Setor Curricular de Educação Física do Colégio de Aplicação da UFRJ, instituição organizadora do curso conjuntamente com a Faculdade de Educação da UFRJ. A aula inaugural do CESPEB, em 3 de setembro de 2008, paradoxalmente acontece num dos dias em que mais sofri nesses 24 anos de vida. Entre 12 e 13h daquele dia, ocorrera a reunião do Setor de Educação Física do CAp, na qual fui cobrado e questionado por cinco professores – efetivos do colégio – pelo fato de minha assinatura eletrônica conter referência a meu cargo como Professor Ed. Física do CAp-UFRJ e ter sido veiculada por meio de listas eletrônicas após profundas críticas e posicionamentos contra o Plano Diretor da UFRJ, projeto que materializava o REUNI e o sucatemanto da Educação Superior promovido pelo Governo Lula/PT e implementado pela Reitoria de Aloísio Teixeira. A situação de constrangimento e pressão política sofrida impulsionou horas de choro e caminhada, solitariamente, pelas ruas da Lagoa e do Jardim Botânico, antes de me dirigir para a aula inaugural, no campus da Praia Vermelha.

No dia 4 de novembro, a prática arbitrária de coerção e retaliação foi confirmada. Apesar do desenvolvimento de uma excelente relação profissional com professores de outras áreas, funcionários, alunos, pais e responsáveis, licenciandos e professores da Prática de Ensino; da apresentação e implementação de um trabalho crítico e criativo como eixo norteador do Planejamento Pedagógico; da assiduidade e pontualidade e da participação ativa no cotidiano do Colégio – reuniões, conselhos de classe, Olimpíadas CApianas, Semana de Arte, Ciência e Cultura etc., depois de mais de 1 mês da decisão ter sido tomada, fui informado pelo Chefe do Setor que meu contrato não seria renovado para 2009, em virtude, segundo ele, de não me encaixar no perfil docente que o Setor desejava, decisão unânime dentre os professores do mesmo. Nenhum motivo ou argumento político, administrativo, pedagógico foi apresentado. As batalhas travadas política e institucionalmente nas semanas seguintes me desgastaram e desanimaram em diversas oportunidades, chegando a mencionar a possibilidade de me desligar do CESPEB, após ser classificado como péssimo profissional, nazista e moleque pela Direção do Colégio. No ano em que o CAp-UFRJ comemorava seus 60 anos de existência, tais atitudes destoam de sua referência para a Educação Pública e tentam desqualificar um professor recém-formado e com bastante disposição, energia, esperança e vigor.

O quadro acima demonstrou que, apesar de atuar na militância política desde 2000, o quanto é duro e difícil lidar com uma situação de perseguição política. Entretanto, após o resumido resgate dessa história, urge que agradeça o total, irrestrito, combativo e confortante apoio protagonizado por meus familiares e meus e minhas camaradas de militância, que posso considerar como duas grandes famílias. O presente trabalho é dedicado a eles e a elas justamente porque foi a partir de seu apoio que juntei forças para superar as noites mal dormidas e as lágrimas que escorriam ao recordar os embates diários. Ficam registrados meus agradecimentos a essas famílias, que se preocupam, discutem, orientam, mas principalmente se situam sempre ao meu lado, fornecendo os alicerces materiais, emocionais e políticos, que tanto contribuíram para minha formação humana.

Agradeço também:

Aos meus ex-alunos do Colégio de Aplicação da UFRJ, das turmas 13B, 14A, 14B, 15A e 15B, com quem convivi e aprendi demasiadamente durante o meu primeiro ano (2008) lecionando como professor de Educação Física.

Aos Licenciandos em Educação Física da UFRJ, que realizaram suas Práticas de Ensino Supervisionado nas tardes ensolaradas de terças e quintas no CAp-UFRJ, inovando e aprimorando nossas aulas.

Aos companheiros e companheiras de diversas gestões do Centro Acadêmico de Educação Física e Dança da UFRJ, que, desde 2003, fazem parte de meu ciclo de amizades, desenvolvendo relações sólidas de confiança, companheirismo e combatividade em defesa da Educação Pública e da transformação da sociedade, especialmente Cláudio, Brunão, Bruno G., Bruno Rodolfo, Bruninho, Murilo, Cinthia, Ian, Marcello, Luiz Carlos, Daniel, Vivian, Thiago, Gustavo e Elielsom. A Vera, Leila e Carlos, pela imensa contribuição e consolidação de meus conhecimentos marxistas. A Leonardo, Adolpho, Ludmila, Vinícius, Paulo Tiago, valorosos(as) companheiros(as).

Aos(às) signatários(as) da moção de repúdio à perseguição política no CAp-UFRJ, defendendo a renovação de meu contrato. A Ricardo Kubrusly, José Simões, Cinda, Ronaldo, Janete, José Henrique, Cleusa, Regina, Lucia, Leandro, Kátia, Eduardo, Dianne, docentes da UFRJ, pelo apoio político. A Themis, Adriana, Roberto, Luis Sergio, Jonas, Hajime, André, Waldyr, combativos(as) professores(as) de Educação Física, pelo apoio político.

Ao orientador da monografia e coordenador do curso de Educação Física Escolar Marcos Antônio Carneiro Silva e à coordenadora geral Maria Luíza Rocha, docentes sempre presentes e em quem podemos perceber o envolvimento para garantir a qualidade do curso bem como a sua continuidade pública e gratuita. Aos demais professores do curso, pelas aulas e discussões, em especial às Professoras Regina Celi e Lilia Pougy.

Aos demais componentes da Banca Examinadora, professores José Jairo Vieira e Irma Rizzini.

Aos colegas de turma, pelas animadas e envolventes aulas das noites de segundas e quartas e manhãs e tardes de sábados.

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

I Jornada CESPEB - UFRJ

Nos próximos dias 24 a 26 de novembro, ocorrerá a I Jornada do Curso de Especialização Saberes e Práticas da Educação Básica, que congrega cursos de Educação Física Escolar, Ensino de História, Alfabetização e Leitura, Políticas Públicas, e Jovens e Adultos (por enquanto), reunindo entre o corpo discente professores e professoras da rede pública de ensino. A pós-graduação lato sensu funciona na Faculdade de Educação e no Colégio de Aplicação, Unidades do Centro de Filosofia e Ciências Humanas da UFRJ e é pública, gratuita e de qualidade.

Os(as) interessados(as) em participar como ouvintes devem preencher a ficha de inscrição abaixo e enviá-la para cespeb.alunos2008@yahoo.com.br ou cespeb@cfch.ufrj.br. A inscrição é gratuita e os(as) ouvintes receberão certificado de participação. O edital para seleção de alunos para 2010 já está disponível no seguinte endereço: http://movimentoquemvemcomtudonaocansa.blogspot.com/2009/11/edital-de-selecao-de-alunos-para-o.html (inscrições até 18 de dezembro).

Muitos de nós, estudantes do CESPEB, apresentaremos nossas monografias durante a Jornada e contamos com a participação e contribuição com perguntas, críticas e sugestões nas noites de quarta e quinta. Na terça, teremos a Conferência de Abertura. A programação final também segue abaixo.


Formulário de Inscrição - participante externo


Nome completo:

CPF:

RG:

Endereço Eletrônico (e-mail):

Telefone:

Celular:

Endereço (rua, número e complemento):

Bairro:

CEP:

Cidade:

UF:

Instituição em que trabalha/estuda:

Município:

Cidade:

Bairro:

Categoria:
Estudantes de graduação ( )
Estudantes de pós-graduação ( )
Professores de ensino básico ( )
Professores de ensino superior ( )


1ª Jornada CESPEB - Programação



Universidade & Escola:
diálogo entre saberes na formação continuada


Dia 24 de novembro de 2009
18:00h – Coquetel de Abertura
19:00h às 21:00h
Conferência - Profª Alice Ribeiro Casimiro Lopes – sala Anísio Teixeira

Dias 25 e 26 de novembro de 2009
18:00h – Coquetel de Abertura
19:00h às 21:30h
Apresentação dos trabalhos dos alunos CESPEB/2008

Quarta-feira, 25/11
Sala de Vídeo (Faculdade de Educação)

19h - 19:20 - Avaliação das relações de gênero, corpo e sexualidade nas aulas de Educação Física Escolar a partir da visão discente.
Autor: Cinthia Ramos de Pinho Barreto
Orientador: José Jairo Vieira

19:20 - 19:40 - A precarização do trabalho de professores de Educação Física na escola publica
Autor: Ian Anderson de Andrade Nascimento
Orientador: Marcos Antonio Carneiro da Silva

19:40 - 20h - Folclore na escola: ampliando os conteúdos da Educação Física Escolar
Autor: Katia Laguna de Oliveira
Orientador: Tiago Lisboa Bartholo

20h - 20:20 - História e Historiografia da educação dos corpos e do ensino de Educação Física
Autor: Gabriel Rodrigues Daumas Marques
Orientador: Marcos Antonio Carneiro da Silva

20:20 - 20:40 - As aulas de Educação Física na modalidade de ensino EJA: desafios e avanços
Autor: João Fabio Toniato
Orientador: Tiago Lisboa Bartholo

20:40 - 21h - Proposta Curricular para Educação Física: construção e aplicação em uma escola do município de Volta Redonda
Autor: João Ferreira Carvalho Junior
Orientador: Alvaro Rego Millen Neto

21h - 21:20 - A Educação Física e seu espaço nos documentos curriculares da Educação de Jovens e Adultos (EJA)
Autor: Cassia Marques Cândido
Orientador: Tiago Lisboa Bartholo

Sala 214 (Faculdade de Educação)

19h - 19:20 - O Ensino de História na Educação de Jovens e Adultos: da concepção de tempo histórico à realização do ENEM
Autor: Philipe Augusto Saúde Ribeiro de Souza
Orientador: Carmen Teresa Gabriel

19:20 - 19:40 - Ensino de História com uso de jornais: construindo olhares investigativos
Autor: Raquel França dos Santos Ferreira
Orientador: Fabio Garcez de Carvalho

19:40 - 20h - Avaliação e Ensino de História: perspectivas e práticas
Autor: Marcus Leonardo Bomfim Martins
Orientador: Carmen Teresa Gabriel

20h - 20:20 - Patrimônio Cultural Imaterial em livros didáticos para o ensino de História nos anos iniciais
Autor: Karina Siciliano Oliva Saraiva
Orientador: Ana Maria Monteiro

20:20 - 20:40 - A escola vai ao teatro e o teatro vai à escola: a História e a Educação Artística
Autor: Ignacio Augusto dos Santos Neto
Orientador: Ana Maria Monteiro

20:40 - 21h - Ensinamos Português e Matemática ou isso é História?
Autor: Gizele Gonçalves Costa Lopes
Orientador: Ana Maria Monteiro

Quinta-feira, 26/11
Sala de vídeo (Faculdade de Educação)

19h - 19:20 - Linhas e entrelinhas da temporalidade infantil
Autor: Fernanda Leocadio Bittencourt
Orientador: Antonio Jorge Gonçalves Soares

19:20 - 19:40 - A Educação Física vivida e representada nas escolas de ensino supletivo no estado do Rio de Janeiro da coordenadoria metropolitana IV – um estudo de caso
Autor: Catarina Braga de Santana
Orientador: Tiago Lisboa Bartholo

19:40 - 20h - Saúde renovada: uma proposta de empowerment?
Autor: Marcos Felipe Zanco Felix
Orientadores: Antonio Jorge Gonçalves Soares e Marcos Santana Ferreira (UERJ)

20h - 20:20 - A Educação Física na escola: entre a teoria e a prática
Autor: Camila Ferreira
Orientador: Antonio Jorge Gonçalves Soares

20:20 - 20:40 - Como os professores da Educação Física do município de Nova Iguaçu descrevem estratégias, periodicidade e finalidades da avaliação em suas aulas.
Autor: Suellen Graziani Veloso Dutra
Orientador: Antonio Jorge Gonçalves Soares

20:40 - 21h - Educação Física nas escolas do município de Japeri: representação de professores e alunos
Autor: Luciane Eloy Cruz dos Anjos
Orientador: Antonio Jorge Gonçalves Soares

21h - 21:20 - Portfolio: uma proposta de avaliação para Educação de Jovens e Adultos (EJA) na disciplina Educação Física
Autores: Cassia Marques Candido & Fernanda Leocadio Bitencourt
Orientador: Tiago Lisboa Bartholo

Sala 214 (Faculdade de Educação)

19h - 19:20 - A relação pedagógica entre o programa Escola Aberta e a escola formal
Autor: Ana Neri Gaspar Barreto
Orientador: Enio Serra

19:20 - 19:40 - A Escola Aberta é parceira na reintegração social
Autor: Fatima das Graças Lima Barros
Orientador: Enio Serra

19:40 - 20h - A escola que queremos: a construção do Projeto Político Pedagógico de uma escola pública no município do Rio de Janeiro
Autor: Sandra Olivia Reis de Souza
Orientador: Rejane Maria de Almeida Trisotto

20h - 20:20 - As parcerias do Bairro-Escola: relação sociedade escola
Autor: Elisangela Soares do Rosario
Orientador: Enio Serra

20:20 - 20:40 - A importância da literatura infantil nas turmas de educação infantil
Autor: Cristiane Dutra Lanor da Silva
Orientador: Patrícia Corsino

20:40 - 21h - Formação de professores – tecendo fios
Autor: Adriana Barbosa Soares
Orientador: Ludmila Thomé Andrade